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- Poesias, prosas, pensamentos soltos, frases e tudo o que brota da minha alma cheia. Leia, sinta, se veja, comente, critique e se inspire com o grito da minha alma.
- Medalha Personalidade 2010 pela Academia de Artes de Cabo Frio - ARTPOP -
- Revista Virtual - E-Magazine MalambaDoce
- Meio Conto/ Meio Poesia... rsrs
- Tagarelando...
- Fanzines do Pó de Poesia e Fulanas de Tal... Um mi...
- Olhares...
10 de março de 2013
8 de março de 2013
Sambou na minha avenida.
Difícil não lembrar do seu samba.
Com sua harmonia teceu marcas
na avenida do meu corpo bamba.
Camila Senna
...
Tudo que sinto calada,
transborda na minha poesia barulhenta,
escorrendo o sujo de mim e o néctar de mim.
Camila Senna
Camila Senna
6 de março de 2013
CICATRIZES
singela na pálpebra
do olho que me fez nua
as cicatrizes já fazem parte
da minha carne,
interna e externa
as internas me fizeram
as externas revelaram
que não possuo vaidade
digo vaidade de alma, aquela,
que tira o brilho do olhar
apagando de vez a luz da vela
no meu mar marrom navego só,
domando respingos de todos os desafetos
que insistem em afetar meu caminho do meio.
o trecho mais bonito do meu corpo soldado, é minh'alma.
Camila Senna
5 de março de 2013
Almirante
Se uma vez eu te amasse
uma vez seria pouco
no mútuo nasce-renasce
entre as ancas do teu corpo,
numa viagem sem chegada,
feito aquela do poema,
a de nunca se ter a caça
ou cabaça como emblema.
A quilha do meu navio
quer singrar teu mar bravio.
Marlos Degani
Sem instrução...
Por
onde anda ou corre esta instrução de uma vida sem saudade? Essa saudade
é inevitável, quando acordamos ela acorda com a gente. Estou ansiando
ser ateia no amor e até mesmo incrédula nas
lembranças que me fazem parar as pernas. Engano tolo, não dá, elas me sondam
feito um cão. Estou me
aplicando uma anestesia para que algumas lembranças que geram toda essa
saudade infinda e multicor, um dia passe, sabendo da impossibilidade de
esquecer
tudo totalmente. Ah, o nome dessa anestesia chama-se arte, arteira que
sou,
não me conformo o conformismo.
Me chamo pra
briga me enfiando num motim. Uma hora essa saudade adormece
se ajeitando num cantinho do meu coração.
...
"As coisas passam,
mas ficam
Só
pacificam
mas não morrem".
Camila Senna
4 de março de 2013
Março chegou!
...
E jorram do céu as águas de MARÇO fechando o Meu verão, mas trazendo muita paz, deixando-me inundada de gratidão e muito tesão pela vida.
Resposta!
A lascividade é tua
escorre do teu olho
e pula querendo formatar
o corpo interno e externo do outro.
O rasgo da minha boca é tinto
até mais contido que meu vestido.
Assumidamente louca varrida
mas com o registro carimbado
do comando da sanidade.
Insegura é tua mão
que não pegou com força
se assegurando nas minhas ancas.
O cheiro do atrevimento o vento leva
mas trás de volta batendo na minha porta.
Por caridade perfumou seu nariz...
quimera bondade.
O roxo sobre minha pele de neve
tem mais histórias que qualquer uma...
Todos já se foram contigo
deixando comigo,
(a marca de nunca mais ser a mesma).
Camila Senna
3 de março de 2013
Lentes...
Uma selvagem romântica
sendo encontrada por uma lente
suave, arrebatadora e panorâmica.
Camila Senna
Beijo furtivo
Pousou os olhos sobre minha cor...
me furtou um beijo deixando cheiro de vento
Camila Senna
1 de março de 2013
É dúbio...
Não
anunciaram um verso prévio
mas
que droga! Do jeito que preciso.
Piso
no vago,
olho
no fundo oblíquo do breu,
enxergo
deuses.
Mas
a escolha do toque profundo
quem
dita sou eu!
Me
espalho na arte de ser o que ninguém imagina.
Nenhuma
substância me altera a conexão.
(((
Camila Senna )))
26 de fevereiro de 2013
Sim!...
Era
pueril e lascivo a espera dos teus dentes enfeitando seu sorriso que
sem aviso prévio fez trato direto com meu coração abusado, escancarado.
Te quis como reza, toda bela e com a fera adormecida.
- Mesmo louca varrida, cheia de feridas, o amor faz labirinto em mim,
caminha cantarolando brincando de cossegas com os pêlos do meu corpo.
Mesmo parecendo clichê, ridículo eu o quero em mim. Ele nunca me
largou, o danado sempre me cercou... Vive a me rodear, e eu, que amo
amá-lo, sempre digo sim!
((( Camila Senna )))
25 de janeiro de 2013
Ainda sinto...
Adormeceu
entre
eu e você
a
pureza.
Velei
o vazio
senti
calafrio
mas
graças a Jah, ainda sinto cheiro de alecrim.
(((
Camila Senna )))
15 de janeiro de 2013
Duas...
Enquanto
a outra ria
A outra ia...
E a que ria, rodopiava,
cantava e inventava palavras.
A que ia,
sorria falso, chorava seco...
Dizia sim por dentro não!
A outra ia...
E a que ria, rodopiava,
cantava e inventava palavras.
A que ia,
sorria falso, chorava seco...
Dizia sim por dentro não!
((( Camila Senna )))
27 de dezembro de 2012
13 de dezembro de 2012
10 de dezembro de 2012
Agreste...
1 de dezembro de 2012
Amor vadio...
Navegou
no meu mar
E não singrou meu porto
Despedaçou minha vela
E se foi...
Minhas coxas brancas
Coverteram-se roxas
A lua e toda sua parentela
Soube do seu amor vadio
E não singrou meu porto
Despedaçou minha vela
E se foi...
Minhas coxas brancas
Coverteram-se roxas
A lua e toda sua parentela
Soube do seu amor vadio
Sonhador malvado
Esteve com a flor
Mas vestiu o manto da covardia,
a viu murchar e cuspiu
(A esperança vestiu-se de branco)
Um dia: amar era pouco,
as ancas do meu corpo,
poemas e risadas.
Hoje não canta o rouxinol
Hoje a distração sem sol
Hoje o mar vazio sem cio
Sem saliva, sem língua.
((( Camila Senna )))
Esteve com a flor
Mas vestiu o manto da covardia,
a viu murchar e cuspiu
(A esperança vestiu-se de branco)
Um dia: amar era pouco,
as ancas do meu corpo,
poemas e risadas.
Hoje não canta o rouxinol
Hoje a distração sem sol
Hoje o mar vazio sem cio
Sem saliva, sem língua.
((( Camila Senna )))
28 de novembro de 2012
Já!.. Urgente!
Em que livro guardado está a
alegria gritante da minha alma?
Ponho meu intelecto para meditar e escuto uma voz com um hálito ruim que diz que fiz tudo errado dentro e fora de mim!
Profanei meu sono, dei bom dia a noite e boa noite ao dia, tive disritmia com elegância e ninguém notou a onda que invadia meus poros, que ao invés de suor, emanava maresia em dias de maré baixa, em dias de tristurafolia. Era bem ou mal, que eu me queria?
- Nem eu sabia! Minha pupila já não era minha, era do outro. Sobre a mesa com o véu branco derramei toda a curiosidade que no inconsciente guardei com sete chaves. Esperava por esse dia provocador, guardei-o como um filho, um filho bastardo, louca para assassiná-lo e dar de uma vez fim nesse maldito invento sedutor.
Me quero de volta, já!.. Urgente! Quero de volta meus ais, meus uis, meus gritos, meu sorriso, meus sussurros, meu libido, meu ar de fera, minhas gargalhadas sinceras, minha mesopotâmia que se concentra no meio de mim que alaga minha vontade de ir onde minha memória nem sonha.
Senti o peso de todo um passado...
Ponho meu intelecto para meditar e escuto uma voz com um hálito ruim que diz que fiz tudo errado dentro e fora de mim!
Profanei meu sono, dei bom dia a noite e boa noite ao dia, tive disritmia com elegância e ninguém notou a onda que invadia meus poros, que ao invés de suor, emanava maresia em dias de maré baixa, em dias de tristurafolia. Era bem ou mal, que eu me queria?
- Nem eu sabia! Minha pupila já não era minha, era do outro. Sobre a mesa com o véu branco derramei toda a curiosidade que no inconsciente guardei com sete chaves. Esperava por esse dia provocador, guardei-o como um filho, um filho bastardo, louca para assassiná-lo e dar de uma vez fim nesse maldito invento sedutor.
Me quero de volta, já!.. Urgente! Quero de volta meus ais, meus uis, meus gritos, meu sorriso, meus sussurros, meu libido, meu ar de fera, minhas gargalhadas sinceras, minha mesopotâmia que se concentra no meio de mim que alaga minha vontade de ir onde minha memória nem sonha.
Senti o peso de todo um passado...
E a voz nada caliente insistia abruptamente com um bafo dos
infernos tentando-me convencer a deixar de ser tarada por viver, e
ser, e ter, e dar, e gozar. Não! Não me deixo ir sem mim, não
quero ficar órfão de mim, nada de tempo ou parei contigo!.. Quero
um romance interno palpitante comigo, com meu umbigo, com a minha
entranha.
Não quero gracejo da vida, quero ser vida. Pitadas de felicidade, eu deixo, vem? Você cabe aqui!
((( Camila Senna )))
Não quero gracejo da vida, quero ser vida. Pitadas de felicidade, eu deixo, vem? Você cabe aqui!
((( Camila Senna )))
27 de novembro de 2012
Falta de ar...
Preciso
exprimir sem concluir
Coisas tão minhas que já não lembrava...
Mas que chegaram jorrando
Feito águas de cachoeira no cio
Tudo é tão nítido
Chocante
Místico
Ficando histórico na casa da minha memória
Coisas tão minhas que já não lembrava...
Mas que chegaram jorrando
Feito águas de cachoeira no cio
Tudo é tão nítido
Chocante
Místico
Ficando histórico na casa da minha memória
Eu
já nem tinha esperança da recordação.
Uma bagunça interna foi parida
Sem ser permitida (Estou mais calma)
Estou acolhida pela escrita
Estou sentindo o sentido das coisas
Que me jogaram num mar de escolhas.
Fui esmagada pela hereditariedade
Hoje sou casmurro dona do meu mundo, pixando meu muro
Mas essa falta de ar...
Uma bagunça interna foi parida
Sem ser permitida (Estou mais calma)
Estou acolhida pela escrita
Estou sentindo o sentido das coisas
Que me jogaram num mar de escolhas.
Fui esmagada pela hereditariedade
Hoje sou casmurro dona do meu mundo, pixando meu muro
Mas essa falta de ar...
(((
Camila Senna )))
VSF pra quem tem!
Eu
não tenho nada contra ninguém
Mas meu partido é o do VSF pra quem tem!
Eu pesquiso preço e como bem.
Meu padrão é do avesso não tem padrão endereço.
Lixo ou luxo, no final todos se lambuzam
Os altivos sabem o que é alternatividade
Mas se negam, preferem se manter com "classe".
Passivos a realidade circundante exorbitante.
Mas meu partido é o do VSF pra quem tem!
Eu pesquiso preço e como bem.
Meu padrão é do avesso não tem padrão endereço.
Lixo ou luxo, no final todos se lambuzam
Os altivos sabem o que é alternatividade
Mas se negam, preferem se manter com "classe".
Passivos a realidade circundante exorbitante.
Vejo
todos iguais!
Roupas iguais.
Isso cansa a retina
No final, isso é pior que cocaína!
Roupas iguais.
Isso cansa a retina
No final, isso é pior que cocaína!
(((
Camila Senna )))
Escuro...
É
o escuro das tuas cavernas
Que povoa a memória...
Que fabrica um grito (e reverbera)
Incorporando tudo que sangra
( o coração em plena corda bamba)
Abusado, sem medo do enredo
E nem da dor e nem do desassossego
Como quem se despe dum vestido e se joga.
Que povoa a memória...
Que fabrica um grito (e reverbera)
Incorporando tudo que sangra
( o coração em plena corda bamba)
Abusado, sem medo do enredo
E nem da dor e nem do desassossego
Como quem se despe dum vestido e se joga.
(Marlos Degani & Camila Senna)
Traços iguais...
O
que eu mais queria agora era olhar para meu Pai.
Quando olhava para ele, me via...
Duas almas marcadas pela melancolia.
Nosso olhar é o mesmo.
Quanto mais idade faço,
(gritante ele se faz nos meus traços).
Quando olhava para ele, me via...
Duas almas marcadas pela melancolia.
Nosso olhar é o mesmo.
Quanto mais idade faço,
(gritante ele se faz nos meus traços).
(((
Camila Senna )))
???
Sonhos
se jogam fora?
Pensou ser sonho, que nada!...
Não passou de um devaneio.
Abriu o mar em vinte e três segundos
A boca sorriu
Os olhos refletiram cintilantes
E...
(estou ébria)
Pensou ser sonho, que nada!...
Não passou de um devaneio.
Abriu o mar em vinte e três segundos
A boca sorriu
Os olhos refletiram cintilantes
E...
(estou ébria)
(((
Camila Senna )))
20 de novembro de 2012
Desfolho-me...
Eu
cuido dessa pedra bruta
Que divulga sem perdão
Que minha mão não afaga
Nem percebe o olhar de desvelo
Que traduz calado e sem medo
Toda minha paixão sem razão.
Desfolho-me toda, toda!
E o único reflexo é a face do desprazer
Que divulga sem perdão
Que minha mão não afaga
Nem percebe o olhar de desvelo
Que traduz calado e sem medo
Toda minha paixão sem razão.
Desfolho-me toda, toda!
E o único reflexo é a face do desprazer
Do
tudo que me envolve que é dele!... E ele?
- Ele nem vê!
((( Camila Senna )))
- Ele nem vê!
((( Camila Senna )))
3 de novembro de 2012
Crime...
O
crime dos seus recados
atravessam
meu mar revolto
e
conseguem chegar.
Tenho
os pegado um a um
e
guardado numa caixa externamente bonita
tomada
de lembranças que "pacifica".
(((
Camila Senna )))
2 de novembro de 2012
Foi assim...
Onde foi que me perdi?
Será que numa neblina
Dum dia vulgar?
Ou num sol quente
Dum dia espinhoso sem mar?
Mas já resolvi:
A primeira não quero mais encontrar
Perdi minhas digitais,
Rasguei minhas roupas,
Queimei os fatos,
Tirei os sapatos,
Apaguei as pegadas. “Sumi!”
Quando me revi, foi assim:
Cheia de desígnio,
Cheia de “sim”,
Sangrando sexo
Abortando o tédio,
Estuprando o amor,
Exalando minha cocaína natural.
((( Camila Senna )))
Interdiz...
Como eu
vim parar aqui?
Está certo, eu me apaixonei, sabia que decerto
iria sofrer de afeto.
Agora é tarde, a tarde finda e a noite em
secreto me impregna de café com lembranças tuas:
“Na lapa, na ilha, na
cozinha, no samba, bamba na sua mão e ainda de abuso, no que estar
por vir”. Exclamo: “que sentimento bruto, absurdo desalmado que
roubou meu cavalo e sumiu, sumiu por aí acordando o mundo onde só
dorme os burros.
Beijo volumoso dos infernos, divino, fino, bruto,
interno. Não há incerteza, há mordida, chupões, bebida, batida,
gozo! E Interdiz qualquer folião aprendiz que diz que não há raiz
na paixão.
((( Camila Senna )))
Sem liçença poética...
Foda-se sem liçença poética
Mania de ética, de métrica
De crítica, de características pontuadas....
Ou você é Rei ou você não é nada!
Cambada de palermas interrompidos...
Numa década esperta
Mas não intangível.
((( Camila Senna )))
30 de outubro de 2012
...
O
tempo vai passar...
E a fênix como sempre me tira do lugar.
E eu renasço, me faço!...
Me induzo ao caminho do meio.
E a fênix como sempre me tira do lugar.
E eu renasço, me faço!...
Me induzo ao caminho do meio.
((( Camila Senna )))
...
Hoje
a certeza latente foi certeira!
Vi, mas vi que fiquei até ressabiada de mim.
Talvez eu seja mesmo uma criança lúdica, atemporal que só quer sentir o carnaval e dar bom dia!
Vi, mas vi que fiquei até ressabiada de mim.
Talvez eu seja mesmo uma criança lúdica, atemporal que só quer sentir o carnaval e dar bom dia!
((( Camila Senna )))
...
Vencida
pela (pó)lvora!
Agora uma metáfora,
me faço.
Traço a virgindade
do sorriso que deixei manipular.
Agora uma metáfora,
me faço.
Traço a virgindade
do sorriso que deixei manipular.
((( Camila Senna )))
26 de outubro de 2012
4 de outubro de 2012
O tapa...
A
mentira é nervosa
Fica
pálida, suada
Desatinada,
vermelha.
O
cíume rasga fotos
Atormenta
o peito
Esburaca
o leito.
Um
tapa no rosto com ira,
Satiriza
a paixão
Abre
a porta pro ladrão
Faz
salão ficar vazio...
Tocando
valsa sem par.
Os
sentidos são zombados
O
choro cai doído
Com
fundo musical sensual
Mais
desleal.
Um
tapa no rosto com ira,
Faz
diabo no âmago...
Faz
do amor um moisaco
E
a flor despetalada se vai...
(((
Camila Senna )))
3 de outubro de 2012
...
A
poesia fez-se pó
A dor de não querer brotou
O maldito papel grudou na esperança.
((( Camila Senna )))
A dor de não querer brotou
O maldito papel grudou na esperança.
((( Camila Senna )))
Marca nata...
Corre
com a lata deixando sua marca na nata dessa gente inerte as
palavras... O outro na espera fuma um cigarro sem demora como se
fumasse a própria alma, não deixando nada além da própria
inspiração!
((( Camila Senna )))
1 de outubro de 2012
16 de setembro de 2012
Entidade poeta...
Eu tenho uma entidade poeta
Mais poeta do que eu.
Quando a saudade latente encosta,
Ela chora poesia
Ela sangra poesia
Ela xinga poesia.
Fica roxa feito violeta
Violenta, sádica...
Paralelamente fica frágil pior que vidro
Cortante feito faca.
Essa entidade me suporta
Nunca me vira as costas
Aguenta o tranco segurando na ponta dos dedos o barranco
de palavras que não pára.
((( Camila Senna )))
Ela dança...
Cigana colorida
Coloca a tristeza retalhada de chita
Na ponta da saia
E sai...
Sai sorrindo,
Cantando,
Deixando a fênix renascer.
Não se encolhe, se espalha
Mesmo com a alma cicatrizando,
Ela persiste e dá um novo verso ao rosto.
Encanta, diz sim!
Sente cheiro de alecrim
Mesmo estando numa relva com frio e apaixonada,
Paixão daquelas febris, perigosas...
Com o coração explodindo feito estopim.
Ela dança, se permite, se encanta...
Mesmo carregada de lembranças!
Ela dança!...
((( Camila Senna )))
Abri portas...
No mar deixei a pressa
Nas pedras meus segredos
Pro vento abri portas, saiu meu medo.
Nas pedras meus segredos
Pro vento abri portas, saiu meu medo.
((( Camila Senna )))
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