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16 de setembro de 2012

Justiça vã...



De tudo restou-me a poesia
Que me acolhe em dias de inópia
Desfazendo a ironia
De tudo que sinto, toco e vejo.
Esse laço puído
De sorrisos sem vestígios
De falas não sentidas
Desfaz o abraço, o riso.

Entre a guerra dos bons
Fico com a paz dos rebeldes.
Não rezo prece que me tece...
Sentimentos truculentos
Que prezam dormir ao relento.

Me perdoe essa posse
Mas nada me morde,
Nem mesmo as ordens
Dos agoniados querendo fazer justiça vã.
 ((( Camila Senna )))

...

 
Meu vento não causa dano, só balança os cabelos e arrepia a pele.
((( Camila Senna )))

25 de agosto de 2012

...


Sinto-me borboleta
Vivo em metamorfose
Com doses de poesia,
Solidão e agonia!

((( Camila Senna )))

12 de agosto de 2012

Querendo Rock n’ Roll....




Hoje minha poesia está feia
Mal-educada
Sem gentileza
Querendo Rock n’ Roll
Querendo o não lido.
Querendo o para muitos, NADA!
Mas que esse nada faça-me sentir gozo na alma....
Façam meus pés saírem do chão...
Dando-me a mão nessa ilusão pequena...
Pequena para os pequenos, para mim, que sou imensa, grande diferença.
((( Camila Senna )))
 
 

11 de julho de 2012

Foda!



As pessoas andam cruas,
Depressivas,
Bebendo inglória...
Se achando foda!


((( Camila Senna )))

9 de julho de 2012

Ainda...

 


Meu Cavalo ainda é branco...
Minha rua ainda é a ladrilhar...
Os meus sonhos, ainda de menina, que cresceu sorrindo pra vida...


(((Camila Senna)))


5 de julho de 2012

Rua crua...




Num ato de desespero
Clamo por seus beijos.
Espero seu corpo virar a rua…
A rua da minha vida noturna.

Encorajo-me…
Pego meus instrumentos,
Meus sentimentos,
E vou esperá-lo… Que agonia, você não vira a rua.

Apelidei essa rua crua:"de amargura”.


((( Camila Senna )))