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- Poesias, prosas, pensamentos soltos, frases e tudo o que brota da minha alma cheia. Leia, sinta, se veja, comente, critique e se inspire com o grito da minha alma.
- Medalha Personalidade 2010 pela Academia de Artes de Cabo Frio - ARTPOP -
- Revista Virtual - E-Magazine MalambaDoce
- Meio Conto/ Meio Poesia... rsrs
- Tagarelando...
- Fanzines do Pó de Poesia e Fulanas de Tal... Um mi...
- Olhares...
24 de setembro de 2013
23 de setembro de 2013
Metade's
e a outra metade insana...
metade louco varrido...
quero ser curada vez em quando pelo veneno bom do “amor”.
22 de setembro de 2013
Leminski
A massa sofrendo, enquanto eu profundo medito
Eu queria tanto ser um poeta social
Rosto queimado pelo hálito das multidões
Em vez, olha eu aqui
Pondo sal nesta sopa rala, que mal vai dar para dois”.
Paulo Leminski
Os sentidos Sentidos por Caetano Veloso
e a qualquer homem
o baixo ventre
o baixo ventre
e também os seios às mulheres
o amor que enverniza a flor
o mal
a fúria de dois leões
que ferem a pele
do amor
e não o cerne do amor
que a mim comove
o alto coração
como alto ar que aura
a fronte da acrobata
é lenda?
podes ser falsa
e oscilas como o riso
da fímbria do rictus
de um olho de vidro
do prateado poeta
para a vida
ou como a serpente estendida
sob a escama sibilina
come a flauta
o poeta
alisa tua seda
é lenda?
o nome quer brilhar a língua
língua é lenda
a própria lenda é lenda
além da.
20 de setembro de 2013
Me sereno...
Meu cinzeiro está cheio de paixões queimadas,
E é das cinzas que renasço, me faço
Me entrego, me verso, me exponho
Não tenho crise com o erro
Errante também ora, implora
E acerta, se lança e segue...
Apago a vela do descaso,
Ardo, inflamo, proclamo
Gritando ao vento:”não tenho medo”
Se precisar me atiro feito tiro
Depois gozo feito paixão febril
Não nego a solidão
Que ciranda meus olhos
Minha boca e o ventre da minha alma
Mas não me omito
Sacudo a poeira da saia
Giro no meu mundo
Crédula, incrédula
Quase me jogo no mar dos ateus
Mas o amor me puxa pelos sentidos,
Bandido, sussurra no meu ouvido dizendo
Que sou sua sina, seu incesto, sua doutrina
Cheia de rima
faço pirraça
Cuspo no passado, blasfemo
Depois da sangria que traço de mim,
Digo sim, sinto cheiro de alecrim
Me acudo,
Me sereno,
Me entendo.
Camila Senna
Desencanto... (Isso é lindo)
Eu faço versos como quem chora
De desalento… de desencanto…
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
Meu verso é sangue. Volúpia ardente…
Tristeza esparsa… remorso vão…
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
E nestes versos de angústia rouca,
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
- Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
19 de setembro de 2013
...
Mas depois desisti
Preferi te falar
Assim a sós
Terminar nosso amor
Para mim é melhor
Para nós é melhor
Convém à nós
Convém, amor
Nunca mais vou querer o teu beijo
Nunca mais
Nunca mais quero ter teu amor
Nunca mais
Uma vez me pediste sorrindo
E eu voltei
Outra vez me pediste chorando
Eu voltei
Mas agora não posso, não quero
Nunca mais
O que tu me fizeste amor
Foi demais
Itinerante...
que desabou dentro de si
e parir uma sociedade nova,
sem mácula, sem guerra, é foda!
Corajoso é andarilhar
por entre os escombros de si,
sendo itinerante persistente
e fecundar sonhos com rosas nos olhos.
Camila Senna
18 de setembro de 2013
Sinto muito!...
O ego fez presença e dançou no meu pesadelo,
a mentira ousou e sorriu vazio pros meus dentes
Quebrei os copos
violei o violão
Taquei fogo no teto
(cortei o mal pela raiz)
Insana
em Sana,
res(PIREI)
Mas isso foi ontem!
Hoje, hoje não sei o que há comigo
Sempre sinto tudo que passa por mim
Sinto até mesmo o silêncio do deserto que nunca vi
Meu coração está sem reação
Será que ele virou ateu?
Será que está exilado?
Será que o mataram?
Só sei que não sinto nada...
E NADA, prazer, estou adorando te conhecer!
E sinto,
SINTO muito,
mas não te sinto mais!
E digo mais,
PASSADO, não serei mais teu PRESENTE!
Camila Senna.
Nos olhos!...
inflama,
pede abrigo
chora sentido,
acolhe,
perdoa quantas vezes o coração liberar
mas essa fera está ferida
procurando se alinhar sem astros
sem magos, sem magia,
mas com autonomia de Dona
é estranho entender do nada
que o sorriso que te abrigava
era um castelo mal,
cheio de tralha mofada
De repente,
tudo o que o coração dizia
nas entrelinhas, era verdade
e ter a comprovação dos fatos, arde
eu só queria amar e navegar
com meu navegante
seguindo adiante se amando
no fundo das certezas
que não se escreve nos muros, mas nos olhos!
Camila Senna
17 de setembro de 2013
...
Eu tenho uma rede no olhar
Um caminho nos lábios
Um abraço com o nome: “fica!"
Um gingado na língua
Uma prosa charmosa
E a poesia de Dona.
Camila Senna
12 de setembro de 2013
9 de setembro de 2013
Meu (par)tido!
Só faz sentido
Se minha caligrafia
For liberta dentro da poesia!
Camila Senna
Cólera- Poesia
Cheia de ausência tua
Esbarro com interrogações
esparramadas,
todas sem êxito
Palavras monossilábicas,
todas sem beijo
(e toda uma vontade da tua rubrica)
Conheço o toque das tuas mãos,
o calor clássico dos teus abraços...
E dos nossos lábios em fusão
Quando olho fundo nos teus olhos
Vejo um homem febrilmente
Me arrancando os traços com os dentes
Uma cólera-poesia
Que leio
Nas tuas entrelinhas
Camila Senna
Poetas da Baixada. Extra Extra EXTRA
Tem muito Amor na Baixada. Salve a galera do Enraizados e seu Coletivo "Poetas compulsivos", Salve o Coletivo Pó de Poesia. Todos unidos via Arte.
Um carnaval atemporal na marginal
Dentro da sua marginal,
Sou estrangeira
Girando minha saia cigana
Querendo tocar na tua banda
Mas não há tempo
Pros meus carnavais
Atemporais
O ônibus teu, vai passar
Às seis da matina
E a purpurina da máscara
Da cigana de mim,
Gosta de tempo e vento
Fico então
dentro do tempo,
Esperando
um contratempo
Pra te furtar com meu vento
Ou então taco fogo
Na minha banda,
Iluminada e mascarada,
Num desfile épico
Fazendo folia no caos
Da tua marginal.
Camila Senna
É o A....
Há muita saudade,
há muita dor,
mas a dona do templo,
é o amor.
Camila Senna
Não Passa!
O carro passa,
A uva passa,
A mágoa passa,
A pressa passa
O tempo passa
E o passo diz-passa
Para a Saudade
Que não passa.
Camila Senna
O vento não pára!
Apagaram as palavras todas,
Mas não o fluxo do vento delas.
Camila Senna
Há!
As uso para esconder
O traço de cada lágrima
Suicida que descansou.
Camila Senna
4 de setembro de 2013
21 de agosto de 2013
Comigo - Zeca Baleiro
Nós dois no cavalo de Ogum, juntos parecendo um.
http://m.youtube.com/watch?v=vC_4m6bPVcg&desktop_uri=%2Fwatch%3Fv%3DvC_4m6bPVcg
20 de agosto de 2013
O mesmo ritual...
Mesmo fechando portas,
Janelas, cobrindo fendas
Me enfeitei,
Me perfumei
O mesmo ritual
Dos meus carnavais
Fora de época
Mas...
Deitei e dormi,
Te encontrei em sonhos...
Camila Senna
Labirintos meus...
Algo intrínseco
Que morreu,
Está renascendo
Voltando a ter vida vívida
Cirandando pelos labirintos meus....
Camila Senna
19 de agosto de 2013
Templo de mim...
Os poemas que fiz
para o homem
da minha vida,
estão numa caixa colorida,
mas ele sumiu por aí,
sem deixar rastros.
Quem ficou tem a cara dele,
Mas é um impostor
Caso o acaso
não o traga
na fumaça do tempo
Deixarei todos
os poemas lindos e vívidos,
Bem guardados, no TEMPLO de mim.
Camila Senna
Susto...
Essa reviraVolta
Para o plano B,
Era previsível
O assustador
Foi a aceitação,
Do marcado
Igual gado...
Para isso,
Injeção de Vergonha
Na alma.
Camila Senna
Idade do meu tempo...
A idade do meu tempo,
Tem consistência...
Sabe o que quer
Já quase morreu,
Mas poesia não morre
É Raiz!
Camila Senna
O hoje e suas vicissitudes...
Hoje,
Sol fraco
Blues desafinado
Rua vazia
Escassez de poesia
Sorvete de rum
Brincadeira de lembrança
Café com adoçante
Queijo coalhado
Romance todos arruinados.
Camila Senna
Chá de sumiço...
Dentro do teu chá de sumiço,
minha tristeza
e meu love
com a gramática.
Camila Senna
Trecho que me leu do Filme:"A Febre do Rato".
Não tem espírito coletivo, não tem PORRA nenhuma! Olha lá o festival do EU acanhado, a caravana dos milagres em realização, a lógica do umbigo miúdo, a trepada sem prazer, o futebol sem bola, a PORRA da BOCA, sem a PORRA da LÍNGUA.
Do Filme - Febre do Rato.
Todo apaixonado por poesia e todos os poetas deveriam ver.
E com isso lembrei-me do trecho duma poesia minha chamada: "Amor Vadio".
"um dia amar era pouco
As ancas do meu corpo
Poemas e risadas
hoje não canta o rouxinol
hoje a distração sem Sol
hoje o Mar vazio sem Cio
sem saliva, sem língua".
Camila Senna
SaiaSaudade...
Lavo louças,
Cuido dos meus
Escrevo versos,
Me decoro!...
Paquero a solidão,
Falo não,
Piso no breu
dançando uma valsa,
arrastando a barra
da minha SaiaSaudade.
Camila Senna
Do poema novo"Caso com meu caso"
Caso eu de novo com minha saia florida, que se chama solidão margarida.
Camila Senna
Doença...
O desaparecido sorri,
Mas oculto,
esconde o riso
não existe água tratada
Existe doença,
Desespero,
e comunhão com a contramão.
Camila Senna
18 de agosto de 2013
Apaixonada...
Não te quero mais!
Me quero mais!
Antes me queria metade
Porque a outra era tua
Peguei minha metade de volta,
passei frio,
o rio de mim o mar recusou
Minha alma quase morreu de fome
Estou de volta
Estou lua cheia,
Apaixonada!
Camila Senna
Retrato novo
Comprei
um porta
retrato novo
Imaginei o cenário,
e o abraço ilhado
de delícias
Senti o riso
Toquei no vento
Me permiti,
sorri pra mim.
Camila Senna
Cara da tua vergonha...
O mal
Do
Vício
Alado
É pensar
Que
Vai
Sempre
Te
Usar
Com sua voz
Aveludada
Encarnada.
Pegue o varal e pendure sua cara de pau, deixando os pingos caírem como reserva dentro de um balde, pois é certo que precisará lavar a CARA da tua vergonha!
Camila Senna
"Verdade"
A mente sã hiberna
E o gigante inerte, desperta!...
A estória não tem enredo,
Nem memória,
Se deita com a sujidade
Pois é nela que está toda sua infame verdade.
Camila Senna
16 de agosto de 2013
Arruda...
A língua escorreu saliva maldita,
contra quem só fez amar
Pra tua maldição,
injeção de Arruda e Tempo!...
Camila Senna
Talvez...
Deixo-te ir...
Só não deixo Mais exposto,
Meu passional coração
Deixo-te voltar, talvez
Camila Senna
Oásis...
Entrei no meu deserto,
o vento se faz presente,
o não também
Mas andarilha que sou,
Vou achar por merecimento
Da minha coroa,
O meu Oásis
E todos os meus Quases!
Camila Senna
14 de agosto de 2013
Caso com meu caso...
Ontem o efêmero enrustido,
Com vinho tinto,
Declarava sobre meu olhar, amar!
Hoje o amargo
Das juras ilhadas de descaso
Desse caso encarnado
Caso eu de novo com minha saia florida, que se chama solidão margarida
Escondo o acaso
Debaixo das pétalas
Para não perder o chão
Da minha Poeta.
Camila Senna
13 de Agosto de algum ano...
Quebrei as taças do feitiço
Bebi vinho na tua boca
Chorei de prazer
Ri de dor
E deitada no chão, pela pequena fenda do sofá, o sapato marrom e toda uma história na sola!
Camila Senna
12 de agosto de 2013
11 de agosto de 2013
Ventre...
Carrego na barra da minha saia todos os mistérios que carrego no ventre da minha alma.
Camila Senna
Pai...
Do sorriso largo como o meu,
Das manias, alergias, intrepidez,
Da elegância de prover a fartura dentro do simples, da fala forte,
Da excentricidade, da alvura, do carinho que exalava seus temperos, do andar e todo um jeito charmoso de se equilibrar nas palavras.
Tanto!...
Tantas coisas fortes que passamos juntos...
Da lagrima atroz
Ao sorriso mais frouxo e inteiro...
Diante de tantas palavras cheias de saudade...
Ficou o breu do teu olhar cravado no meu, Meu Pai.
Camila Senna
9 de agosto de 2013
7 de agosto de 2013
Umbrais...
Quando o sorriso está largo demais, por detrás dos dentes lacunas que levam há umbrais.
Camila Senna
???
Te amo!...
Por quê te amo?
Não faço questão de entender.
Me matas de raiva
Por horas quero morrer por não te ter.
O que toma conta da minha memória imperecível, é nossa ciranda. É o fim de tarde andando de bicicleta fazendo círculos dentro do infinito fotografando o sorriso.
Camila Senna
Ciranda...
Minha única passagem
Que hoje me leva até você,
é o telefone... Mas nada!
Você não o atende, decerto não quer!
Mas lhe deixo um recado: "ainda sei seu número, mas prometo brincar de esquecer".
Preciso sair dessa tela vazia
Ilhada de lágrimas minhas.
Mas me toca, quando eu lembro, o que me encanta...
O sorriso,
O signo,
E nossa ciranda...
E mais lembranças, como:
A ilha da tua Cigana Até mauá,
Quando tudo era Sol Maior e há mar.
Camila Senna
31 de julho de 2013
Meu dom...
Desvendar coisas ocultas,
é meu dom...
O carro batido
No mês de junho
As sujeiras cruzando
sendo uma só
Num leito corrompido
A calúnia torpe proferida
Para ter uma cabeça fraca
Unida a dela própria
Perdi minhas digitais todas
Estou em romaria
Trocando as vestes da alma.
Camila Senna
30 de julho de 2013
Rosa vermelha...
Ofereceu uma linda
Rosa vermelha pra moça,
Mas a mesma desagradou,
Cuidado seu moço,
Não se entra numa banda
Sem se envolver de alma
Com o amor que conquistou...
Isso não é ditado, é sagrado.
Achei...
Eu gosto tanto
Do meu jeito,
Minhas manias
Que achei..
Que a metade dele
Era minha!
Camila Senna
27 de julho de 2013
26 de julho de 2013
25 de julho de 2013
Atirando para todos os lados....
Descubro um louco,
Um vadio
Sem alma nos dentes
Cada prosa nova vejo um perdido
Um frio, um infeliz
Teve um amor nas mãos e profanou,
Mostrou efêmero teu todo.
De resto, nem resto.
!
Quem e vazio
Atira para todos
Os lados feito
Bala perdida
Em tiroteio
E aquilo que mais CRITICA
No outro, esta em sua propria colera
Meu feitio e de espera
E sorriso de real primavera...
E lindo ver a nobreza querendo
Ao natural a magia do simples
Bom saber que me fiz, e voce? Berando aos tantos, nao tem identidade.














